MUCUGÊ

Enquanto eu descia da parte Norte para a porção mais ao Sul da Chapada Diamantina, tive uma das mais positivas surpresas dessa viagem: a cidade histórica de Mucugê. Estou falando de um lugar com história para contar e com muito pouca influência da indústria do turismo. Viajando de carro pelo interior bahiano, nos acostumamos a ver vilarejos empobrecidos, de casas humildes e ruas empoeiradas. Mucugê aparece como um oásis, com suas casas coloniais inalteradas e bem preservadas, ruas de paralelepípedo vazias e com as montanhas da Chapada Diamantina de moldura.

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Enquanto eu descia da parte Norte para a porção mais ao Sul da Chapada Diamantina, tive uma das mais positivas surpresas dessa viagem: a cidade histórica de Mucugê.

Estou falando de um lugar com história para contar e com pouquíssima influência da indústria do turismo. Viajando de carro pelo interior bahiano, nos acostumamos a ver vilarejos empobrecidos, de casas humildes e ruas empoeiradas. Mucugê aparece como um oásis, com suas casas coloniais inalteradas e muito bem preservadas, ruas de paralelepípedo vazias e com as montanhas da Chapada Diamantina de moldura.

Assim como Lençóis, Mucugê foi um ponto importante durante a fase de extração mineral da região, atraindo forasteiros do mundo inteiro, que tornaram a pequena cidade um lugar peculiar até hoje.  Está lá o único cemitério em estilo bizantino do Brasil, herança dos turcos que vinham explorar os diamantes. No restante da pacata cidade fica a história de uma cidade que viveu dias de glória, e que tenta se recuperar com o turismo e a preservação ambiental.

 

 

 

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