CHAPADA DIAMANTINA – Cachoeira do Mosquito e Gruta da Pratinha

No segundo dia de viagem – o primeiro está aqui -, ainda na parte norte do Parque Nacional da Chapada da Diamantina, visitei a cachoeira do Mosquito. Embora a descida até ela seja bem íngrime, o acesso é super tranquilo.

O visual que se tem desde a parte superior já é de se encher os olhos. Mas conforme você desce e entra pelo pequeno cânion onde ela está, a sensação é incrível.

A energia deste lugar é tão forte que a água fria vira um detalhe e entrar debaixo da queda d’água, ou nadar no lago que ela forma, é mais que obrigatório. É natural.

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De lá seguimos para a Gruta Azul e da Pratinha, que ficam relativamente perto. E enquanto a primeira experiência do dia foi muito boa, a segunda ficou devendo.

Mas não me entenda mal, as grutas são realmente lindas. O único problema é que são bastante mal administradas.

As duas ficam dentro da mesma propriedade. Para entrar, você paga R$ 30,00 e ganha uma pulseirinha, tipo aquelas de balada. Uma vez lá dentro, a impressão é que se está em um mercado, onde tudo está à venda, desde pequenas pedras até tirolesa e fotos subaquáticas.

Mas a parte ruim mesmo é que não há controle de acesso às grutas, o que resulta em um número imenso de turistas em um espaço apertado, todos falando muito alto. A vista é linda, mas infelizmente foi impossível aproveitar de fato o local.

Acabou que, no final das contas, eu aproveitei mesmo os pontos que não estavam no ‘cardápio’ de serviços da propriedade, como um cafezal na saída e a vista pro rio que alimenta a gruta da Pratinha.

(***)

Na volta para Lençóis, conseguimos, por pouco, entrar no Morro do Pai Inácio que, apesar de espaço público, tem controle de acesso e fecha às 17:00h.

O Morro do Pai Inácio é algo que todo ser humano deve visitar uma vez na vida. É o cartão postal da Chapada, então eu já imaginava que fosse muito bonito.

Eu só não esperava ter um dos por-do-sol mais espetaculares que eu já experimentei.

 

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